terça-feira, 4 de maio de 2010

Ementas e Programa Detalhado

DISCIPLINAS

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Disciplinas sobre a matéria, a energia e a informação constituintes do Universo

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    TEORIA DA INFORMAÇÃO – ENERGIA, MASSA E INFORMAÇÃO

EMENTA: estudar a informação sobre bases teóricas para que se entenda de fato que o Universo é composto de massa, energia e informação como aspectos irredutíveis, mas conversíveis um ao outro.

PROGRAMA 30 horas

    Espaço, tempo duração, tempo ordem, espaço-tempo.

    Campos: da força forte, da forca fraca, elétrico, eletromagnético e gravitacional.

    Massa e energia.

    Massa como uma perturbação do campo.

    Massa – modos de ver e atributos; sub-partículas e a tabela periódica dos elementos.

    Energia, informação, vida e consciência.

    As modalidades numérica, espacial, física, biótica, sensível psíquica, lógico-analítica, lingüística.

    Energia, entalpia e entropia.

    Entropia e trabalho.

    Teoria de Shannon sobre a informação.

    A integração da equação de Shannon com a da entropia de Boltzman – a equação da informação x entropia.

    REFERÊNCIAS

Davies, P.C.W. Deus e a Nova Fisica. Lisboa: Edições 70. 1986. 269p.

    Lupasco, S. Les Trois Matières. Paris: Ed. Cohérence. 1982. 171p.

    Prigogine, I., Stengers, I. Entre le Temps et l’Eternité. Paris: Fayard. 1988. 222p.

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TERMODINÂMICA NECESSÁRIA – da MECÂNICA aos EVENTOS

EMENTA: aprender o raciocínio termodinâmico é essencial para compreender os fenômenos naturais, psíquicos e espirituais em interação com a matéria; por outro lado uma visão que integre o homem aos cosmos, como parte por inteiro deste, faz–se obrigatória, como fundamento do conhecimento de e para a fé.

PROGRAMA 30 horas

    Fundamentos do Universo:

    A Visão mecanicista.

    A Visão quântica.

    A Visão sistêmica.

    A ordem e a ordenação.

    A desordem e a desorganização.

    Ordem e desorganização como forma e condicionantes de crescimento da ordenação.

    Entalpia e entropia - aprofundamento.

    A entropia de Boltzman.

    Máquina de Clausius.

    Organismos.

    As três Matérias – inorgânica, orgânica e psíquica.

    Unificação entre entropia, exergia, emergia, matéria e informação.

    Um estudo referencial sobre a matemática, a forma e os cristais na Natureza.

    REFERÊNCIAS

    Barrow, J.d. & Tipler, F.J. The Anthropic Cosmological Principle. Oxford: Clarendon Press. 1986. 706 p.

    Cassé, M. Du Vide et de la Créatrion. Paris: Grasset.

    Davies, P.C.W. The Accidental Universe. Cambridge: Cambridge University Press. 1982. 139p.

    Lupasco, S. Les Trois Matières. Paris: Ed. Cohérence. 1982. 171p.

    Maharish Maresh Yogi et al. Tecnologia Maharish del Campo Unificado. Universidade International Maharish MIU, Fairfiled-USA. 1985. 34p.

    Ferreira, O. & Martins Jr., P.P. Termodinâmica e Análise Exergética. Belo Horizonte: APOSTILA. 2009.

    Prigogine, I., Stengers, I. Entre le Temps et l’Eternité. Paris: Fayard. 1988. 222p.


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    O VAZIO E A GÊNESE DO UNIVERSO

EMENTA: o Vazio embora apareça anteriormente como um conceito budista para os estados avançados da experiência meditativa reaparece na ciência como “o Algo” anterior ao Cosmos e, portanto, ao espaço-tempo, embora ligado ao espaço e a matéria. Esse conceito é a rigor próximo do “conceito inefável sobre Deus”. Na ciência como na Tradição judaico-cristã esbarra-se inequivocamente com esses conceitos que têm equivalência. Faz uma relflexão sobre as vizinhanças quânticas do Vazio e da origem do espaço-tempo.

PROGRAMA 60 horas

    As leis de Newton e as suas invariâncias galileana.

    Mudança de referencial.

    Postulado da relatividade restrita.

    Impressões espaço-temporais.

    Dilatação do tempo.

    Relação relativista energia-impulsão-massa.

    Principio da correspondência.

    Função de onda.

    Átomos. Átomo de Hidrogênio. Núcleo (hadrons) + envoltório (leptons).

    Orbitais atômicos. Modelo teórico e confirmações recentes.

    Spin.

    Incertezas tempo-energia.

    Alcance das forças.

    Diagramas de Feynman.

    Sabores e cores quânticas.

    Indeterminação da energia do Vazio.

    Vazio mediano Û espaço + matéria.

    Em que o Vazio é Vazio e não o é.

    Cosmologia:

    Relações densidade-tempo e temperatura-tempo.

    A radiação de fundo do céu.

    Cosmologia tradicional – era hadrônica.

    – era leptônica.

    – era da radiação

    Cosmologia nova – matéria antes da matéria

    Expansão do Vazio quente.

    Inflação.

    A Era de Planck.

    A evolução seqüencial do Universo.

Mecânica do microcosmo. Flora quântica. Virtude. Mensageiros e destinatários.

Virtual sobre virtual.

A luz virtual. Considerações cosmológicas e considerações espirituais. Deus é luz.
A Luz do espírito. A Luz da consciência e a luz da razão.

    REFERÊNCIAS

    Cassé, M. Du Vide et de la Créatrion. Paris: Editions Odile Jacob. 1993. 314p.

    Chopra, D. Como Conhecer Deus. A Jornada da Alma ao Mistério dos Mistérios. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 2000. 383p.

Davis, P.C.W. Deus e a Nova Fisica. Lisboa: Edições 70. 1986. 269p.

    Maharish Maresh Yogi et al.. Tecnologia Maharish del Campo Unificado. Universidade International Maharish MIU, Fairfiled-USA. 1985. 34p.

    Prigogine, I., Stengers, I. Entre le Temps et l’Eternité. Paris: Fayard. 1988. 222p.


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    Disciplinas que discutem a interação do espírito com a matéria

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    O ESPÍRITO, A ALMA E O CORPO

EMENTA: o espírito é uma clara noção na Bíblia e nas Tradições; a alma é sujeita a muitas interpretações e o corpo é sabido por varias ciências e experiências. A união dos três é um aspecto basilar na revelação dada ao Homem como apresentada na Bíblia e em O Livro de Urantia.

PROGRAMA 45 horas

    Extensivo estudo das passagens bíblicas sobre o espírito que é do homem.

    As funções do espírito: - a consciência, a comunhão e a intuição.

    Caracterização mínima de cada função do espírito.

    Extensivo estudo das passagens bíblicas sobre a alma que é criada na história de cada homem.

    As funções da alma: - a vontade, a emoções, os sentimentos, a racionalidade, a sensibilidade – da irritabilidade à emoção aos sentimentos, aa vontade e o desejo.

    Caracterização mínima das funções da alma.

    O corpo material e os corpos sistemas – etérico-elétrico / emocional / mental / e superiores espirituais.

    Os plexos no corpo físico e nos corpos sutis e suas funções como sistemas / corpos – físico, emocional, mental, causal, celeste e primordial – o Homem como um ser complexo e interligador da Terra ao Céu.

    REFERÊNCIAS

    A Bíblia.

    Chopra, D. Como Conhecer Deus. A Jornada da Alma ao Mistério dos Mistérios. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 2000. 383p.

    Lockwood, M. Mind, Brain & the Quantum. The Compound “I”. Oxford: Basil Blackwell. 1989. 365p.

    Morin, E. A Cabeça Bem-feita. Repensar a Reforma e Reformar o Pensamento. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil. 1999. 128p. p.: 117-128.

    O Livro de Urantia. Chicago: Urantia Foundation. 1958.2.700p.

    Nee, W. The Spiritual Man.

    Vilela, N. Os chakras e suas funções. Belo Horizonte: Notas de Aulas. Curso de Leitura do Corpo Físico e do Corpo Emocional. 1996.

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    A FÍSICA, QUÍMICA E BIOLOGIA DA LIBERDADE

EMENTA: Os sistemas naturais portam em si características que permitem diferentes graus de liberdade; este fato faz com que existam graus crescentes de liberdade que culmina com o Homem, esse por sua vez em vários estágios de liberdade possíveis; observam-se alguns aspectos sobre esse processo complexo do substrato da liberdade como uma característica que permite o recebimento do espírito do Homem sobre o planeta, como doado por Deus e o homem em seu estagio mais avançado com a liberdade espiritual.

PROGRAMA 60 horas

    O mundo como organismo – do mecanismo à probabilidade, causalidade, recuperação do si-mesmo e do mundo.

    A Física da liberdade – acaso e auto-determinação, o campo integrador, o poder do movimento próprio.

    Conação e evolução inorgânica – quantum e conação, evolução do núcleo e da periferia atômica.

    Fatores internos na evolução inorgânica – a tendência do telos, a seta do tempo, auto-identidade, propósito, liberdade.

    Níveis de auto-identidade – o nível atômico, o molecular, a integração das moléculas, ordem contra entropia, padrões contra aleatoriedade, evolução química.

    O limiar da vida – a seta nos processos viventes, a seta em direção a vida, a fronteira eobiôntica.

    Atravessando a fronteira – o sistema tripartite da vida, energia vital.

    Replicação e crescimento – unidades discretas de hereditariedade, replicação do ADN, biossíntese protéica, papel das enzimas.

    Níveis crescentes de direcionalidade – o significado dos genes, a solução holística.

    O espectro das espécies – origem dos metazoa, sobrevivência do mais apto, um olhar sobre as teorias de especiação.

    Em direção a uma nova perspectiva – o Logos na Natureza. A aptidão à adaptabilidade.

    Em direção a evolver.

    O alcance das mutações.

    A exploração dos habitas e nichos pela vida.

    Sensorialidade – co-ordenação de mutações, sincronia no desenvolvimento sensório, a apreensão sensória do mundo.

    Liberdade de determinação genética – atualidades da herança, hereditariedade e ambiente, a herança adquirível.

    A seta na ontogenia – blastogênese e embiogênese, instrumentailidade do desenvolvimento, as raízes e o alcance da ordem.

    O propósito da fisiologia – o meio interno ordenado, sinais e armazenamento a execução do trabalho, a leveza do auto-reparo, é o selecionismo suficiente?

    A orquestração endócrina.

    O Mercúrio alado interno – a eficácia da vida, o mecanismo neuro-humoral, ministrações invisíveis.

    O reflexo passivo – a reflexologia que foi, a ação anterior à reação, o crescimento autonônomo.

    Soberania sobre o estímulo – o estímulo não-soberano, padronizando estímulos em percepção, retro-alimentação e outros poderes, a resposta integrada.

    O limiar da mente – a evolução do cérebro, o córtex toma o comando, a realidade da conação, a proto-era da ideação.


    REFERÊNCIAS

    Chaitanya, K. The Physics and Chemistry of Freedom. Bombaim: Somaiya Publications. 1972. 279p.

    Chaitanya, K. The Biology of Freedom. Bombaim: Somaiya Publications. 1975. 358p.

    Nee, W. The Spiritual Man.

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    A FÍSICA QUÂNTICA E O ESPÍRITO

EMENTA: Estudar aspectos essenciais da Física quântica, enquanto esta aponta para o espírito do homem, tornam-se obrigatórios para se discutir múltiplos fatos sabidos e provados que apontam como o espírito pode interagir com a matéria nesse limiar em que a própria matéria é totalmente diversa do que o senso comum tem por consenso.

PROGRAMA 60 horas

    O efeito foto-elétrico

    Conversão massa e energia

    Os hádrons e os leptons

    A lógica Aristotélica – A diferente de não-A

    A lógica quântica – A igual a não-A

    A gênese cósmica dos elementos - do H e He aos elementos da tabela periódica

    Partículas sub-atômicas / matéria e anti-matéria / partículas de Higgs fantasmáticas

    Dualidade da luz – partícula e onda; a experiência da campânula.

    Efeito Einstein-Podolsky-Rosen – EPR.

    Campo de probabilidades e eventos consentâneos com a consciência – leitura dos e- (posição x quantum de energia própria)

    Retomando a entropia e a informação em relação ao mundo quântico – existiria entropia nas dimensões quânticas?

    Uma visada sobre tópicos das obras de René Thom, Ilya Prigogine e Thomas Stonier.

    Revisando os conceitos de energia vital, élan vital, orgone, bio-energia, libido e organismo.

    Imagens matemáticas perfeitas, geometria, poliedros, formas naturais (os sete sistemas cristalinos e as 32 classes cristalinas) – as noções de mundo das idéias e o mundo das formas, desde Platão a uma concepção contemporânea.

    A capacidade calorífica de Einstein.

    Química da vida e da informação sobre bases de C, H, O, N, P.

    Eficiência termodinâmica da vida e seus fundamentos no mundo quântico.

    Campos morfogenéticos – de uma idéia heurística a uma possibilidade (R. Sheldrake e outros autores)

    A genética contemporânea e seus aspectos de estabilidade do genoma e as mutações.

    Sistemas dos plexos (chakras) – um fato fora da dimensão molecular, mas ligado aos quanta de energia.

    A conexão cérebro e espírito (sinapses, amperagem e diferenças de potenciais); aspectos diversos.

    O mundo da matéria, o mundo quântico, o virtual.


    REFERÊNCIAS

    Domash, L.H. The Transcendental Meditation Technique and Quantum Physics: Is Pure Consciousness a Macroscopic Quantum State in the Brain? in Scientific Research on the Transcendental Meditation Program. Collected Papers. Vol. 1. Paper 99. 651-667.

    Charon, J.E. O Espirito, este desconhecido. Rio de Janeiro: Ed. Melhoramentos. 194 P.

    Charon, J.E. A Física Identifica o Espírito. In L’Esprit et la Science. Colloque de Fes. Paris: Albin Michel. 1983.

    Grof. S. A Mente Holotrópica. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 1994. 279p.

    Hodgson, D. The mind Consciousness and Choice in a Quantum World. Oxford: Clarendon Press. 1991. 484p.

    Prigogine, I., Stengers, I. Entre le Temps et l’Eternité. Paris: Fayard. 1988. 222p.

    Stonier, T. Information and the Internal Structure of the Universe. Berlin: Springer-Verlag.

    Stonier, T. Beyond Information. The Natural History of Inteligence. Berlin: Springer-Verlag. 1992. 221p.

    Wilber, K. O Olho do Espírito. Uma Visão Integral para um Mundo que Ficou Ligeiramente Louco. 1997. 320p.

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EXPERIÊNCIAS HUMANAS QUE ABREM JANELAS PARA A PERCEPÇÃO DO DIVINO

EMENTA: Existem experiências espontâneas das condições humanas que podem trazer evidências sobre o homem próximo ao Divino pelas suas inusitadas condições de abertura para condições transcendentes pelo impossível ou absolutamente incomum e sem explicação sobre essas situações.

PROGRAMA 30 horas

O corpo, a alma e o espírito.

Leitura bíblica da alma em seus mais comuns estados.

Leituras da excepcionalidade da alma quando aberta para o espírito desde o

nascimento; fenômenos marginais alem dos conhecimentos atuais sobre o cérebro.

Inspiração e percepções

Genialidade, gênios, crianças-prodígio e sábios.

Lembranças de vidas passadas ou contacto com experiências no espaço de informação

universal (akash, livro da vida).

Telepatia e percepção extra-sensorial.

Alter-egos e síndrome da personalidade múltipla.

Sincronicidade – os estudos de C.G. Jung e Linus Pauling.

Estudos tecnológicos sobre os temas.

Estudos e testes sobre os temas.

Em contactos com o divino.

Um mapa da alma.

Estados de união do homem com o Divino.

    REFERÊNCIAS

    Chopra, D. Como Conhecer Deus. A Jornada da Alma ao Mistério dos Mistérios. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 2000. 383p.

    Jahn, R.G. The Persistent Paradox of Psychic Phenomena: An Engineering Perspective. Proceedings of the EEE. Vol. 70. No. 2. 1982. 136-170.

    Jung, C.G., & Pauling, L. Sincronicidade.

Yogananda, P. The Science of Religion. Los Angeles: 1974. 85p.

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Disciplinas que tratam do sistema em que habitamos neste Universo

e de nossas origens

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ORIGEM E EVOLUÇÃO DO SISTEMA SOLAR, DA TERRA E DA VIDA

EMENTA: estuda-se o modelo de formação do sistema solar caracterizando-o; estuda-se a fase astrofísica de criação da Terra até o inicio da fase geológica; a dinâmica da evolução da litosfera, hidrosfera, atmosfera e biosfera; as diversas biosferas ao longo do tempo geológico; noções de taxonomia dos seres vivos; evolução da vida, dos ecossistemas e biomas; o ambiente que recebeu o homem; o aparecimento do homem.

PROGRAMA 60 horas

    O Sol como uma estrela da seqüência principal. Comparação dos planetas com o Sol e desse com outras estrelas.

    Nossa posição na galáxia. Eventos de impactos de meteoritos e cometas fatais para o planeta.

    Algumas evidências de que mitos diluvianos podem estar relacionados a impactos.

    A origem da proto-estrela Sol. A origem dos planetas. A estrutura maior do sistema solar.

    A Origem astrofísica da Terra. Evolução da estrutura do planeta em direção aas condições atuais.

    A origem e evolução dos oceanos – a água e o espaço oceânico.

    A origem da atmosfera e sua evolução ao longo do tempo.

    Paleogeografia. Paleoclimatologia.

    Taxonomia dos seres vivos. Aspectos gerais.

    A evolução da crosta terrestre de 4 BA a 540 MA. Discussões acerca da origem da vida.

    Os Éons, as Eras, as Épocas, os Estágios em evidencia na coluna geológica.

    Noção sobre a biosfera, sobre biomas e ecossistemas.

    A evolução das biosferas.

    A evolução da vida – a visão de Darwin, de Willis e de Croizat.

    Da primeira biosfera à décima terceira biosfera.

    A décima terceira biosfera e a presença do homem.

    Estudo de caso de evolução dos Angiospermae (plantas florais) – paleografia, exemplos, relações espaço / especiação / tempo de antiguidade.

    Sobrevivência da vida em nosso planeta.

    REFERÊNCIAS

    Bennet, K.D. Evolution and Ecology. The Pace of Life. Cambridge: Cambridge University Press. 1997. 241p.

    Laszlo, E. Evolução – A Grande Síntese. Lisboa: Instituto Piaget. 1987. 235p.

    Martins Jr., P.P. Historia Geológica e História da Vida. Ouro Preto: APOSTILA. 2009.

    Thaxton, Ch. B., Bradley, W.L., Olsen, R.L. The Mystery of Life’s Origin: Reassessing Current Theories. New York: Philosophical Library. 1984. 228p.

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    ANTROPOLOGIA FÍSICA

EMENTA: conhecer as descobertas fósseis se faz necessário, como base para perceber os Catarrhini e, portanto o homem. Esses constituem longas linhagens que deram ramos diversos entre eles o do homem que se originou de um grupo do qual se salvou uma linhagem humana única, mas dividida entre homens (cromossoma Y) e mulheres (genoma do mythocondria) ancestrais que sobreviveram a eventos que afetaram em muito nossa espécie.

PROGRAMA 15 horas

    As Épocas do Terciário e do Recente – nomenclatura da coluna geológica internacional.

    A Época do Mioceno – aspectos paleogeográficos e paleoclimáticos.

    No Mioceno sabe-se que pelo menos 100 espécies de macacos andavam pelo Velho Mundo.

    Proconsul, Sivapithecus, Dryopethecus, Oreopithecus, Ouranopithecus, Griphopithecus, Ankarapithecus, Heliopithecus, Gigantopithecus, Afropithecus, Kenyapithecus.

    Paleogeografia do Mioceno ao Recente.

    As 4 fases glaciais do Quaternário.

    De 17 a 16,5 MA / de 16, 5 a 13,5 MA / de 13,5 a 8 MA / de 9 a 6 MA.

    Catarrhini // Platyrrhini // Cercopithecus // Hominoides // Hylobatideos e Hominídeos – de 40 MA a 6 MA.

    A evolução dos antropóides que deram origem aos homens atuais pode ter ocorrido não na África, mas na Eurásia.

O homem de Neanderthal, o homem de Cro-magnon.

    A visão apresentada no Livro de Urantia: - as raças antigas, o surgimento do primeiro casal com consciência, a introdução de uma raça de evolução no planeta, a concessão do espírito ao homem por Deus.

    A diversidade étnica atual.

    A diversidade lingüística e o posicionamento dos grupos étnicos e culturais com indicação das migrações recentes do Pleistoceno e outras mais recentes.

    REFERÊNCIAS

    Begun, r., Ward, C.V., Rose, M.D. (Eds.) Function, Phylogeny and Fossils: Miocene Hominoid Evolution and Adaptations. Plenum Press. 1997.

    Begun, D.R. Planets of the Apes. Scientific American. August 2003. 65-73.

    Hartwig, W.C. (Ed.) The Primate Fossil Record. Cambridge: Cambridge University Press. 2002.

    Kordos, L. & Begun, D.R. Rudabanya: A Late Miocene Subtropical Swamp Deposit with Evidence of the Origin of the African Apes and Humans. In Evolutionary Anthropology. Vol. 11. Nb. 1. 2002. p.: 45-57.

    O Livro de Urantia. Chicago: Urantia Foundation. 1958. 2.700p. (com tradução digital para o Português).

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    Disciplinas que tratam do homem em seu processo de devir
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    EPISTEMOLOGIA DA ESCOLA COSMONÔMICA

EMENTA: A Escola da Idéia Cosmonômica de H. Dooyeweerd apresenta um visão de mundo notável na qual a idéia de modalidades cósmicas, sujeito, objeto, leis modais e típicas, entre outras permitem uma classificação articulada das relações do mundo material, energético, vital, cultural e espiritual de modo logicamente articulado com um entendimento sobre a noção de Realidade de modo peculiar e fortemente cogente.

PROGRAMA 45 horas

A Teoria das Modalidades Cósmicas e seus pressupostos.

Ementa: Uma analise critica breve sobre a pretendida autonomia do pensamento teórico. As heranças gregas e a dialética religiosa: - a fase dionisíaca x fase apolínea – a passagem para a fase cristã e suas repercussões na Escolástica, no Iluminismo / Humanismo – Os ideais de (vida x razão), (natura et gratia), (ideal de ciência x ideal de personalidade). Busca-se o suporte de uma das melhores pesquisas filosóficas desenvolvidas no século XX pelo filósofo Herman Dooyeweerd, na Holanda, cuja contribuição apresenta-se como das mais efetivas para melhor se compreender uma visão ecológica e tratar com a Epistemologia.

Programa

A dialéctica religiosa.

A pseudo autonomia do pensamento teórico.

Da Antiga Grécia a Modernidade sob a perspectiva da didalética religiosa.

A Teoria das Modalidades Cósmicas

    As modalidades: numérica, espacial, cinemática, física, biótica, psíquica, analítica, histórica, lingüística, social, econômica, estética, jurídica, moral e pística.

    O sujeito / o objeto

    As leis naturais / as normas

    Antinomia / antagonismo / contradição / contrário / reducionismo /

    O pensamento analógico

    O tempo – tempo estrutura e tempo duração

    Tempo nas modalidades / numérica / espacial / cinemática / física / biótica / psíquica / analítica / histórica / lingüística / social / econômica / estética / jurídica / moral / pística

    A noção interdisciplinar

    REFERÊNCIAS

    Dooyeweerd, H. A New Critique of Philosophical Thought. 4 vols. Amsterdam: H.J. Philadelphia: Presbyterian and Reformed Publishing Co. 1958.

    Dooyeweerd, H. Roots of Western Culture. Holanda-Zytpen: J.B. van den Brink. 1959. Toronto: Wedge Publishing Foundation. 1979. 228 p.

    Dooyeweerd. H. Introduction to a Transcendental Criticism of Philosophical Thought. The Ev. Quaterly. 19. 1947. p: 42-51.

    Dooyeweerd. H.- In the Twilight of Western Thought: Studies in the Pretended Autonomy of Philosophical Thought. Philadelphia: Reformed and Presbyterian. Publishing Co..1960.

    Martins Jr., P.P. Epistemologia Fundamental. Um Estudo Introdutório sobre a Estrutura do Conhecimento e a Aplicação Prática da Epistemologia na Pesquisa Científica. Belo Horizonte: APOSTILA Pré-Livro. 2000. 169p.

    Stafleu, M.D. Time and Again. Bloemfontein: Sacrum Beperk. 1980 237p.


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ECOLOGIA HUMANA – FUNDAMENTOS E VISÃO INTEGRADORA

EMENTA: Idealizada com um duplo sentido – por um lado desenvolver alguns aspectos epistemológicos no que diz respeito às ciências do corpo-mente, por outro lado ter o foco das discussões voltado para os aspectos comportamentais, culturais e psíquicos que fazem o ser humano – ser o que é – em face de sua realidade interna e externa, correta ou incorretamente percebidas, sentidas ou vividas.

PROGRAMA 60 horas

1. Introdução.

    Introduz-se a temática e o programa do curso, apresentando as primeiras definições e os grandes temas. Os objetivos são especificados e os possíveis usos são indicados. Para o curso se prevê aulas teóricas e aulas práticas com os próprios alunos como alvos de estudo e de ação propedêutica / terapêutica ecológica. Discussão da proposta e estabelecimento das regras.

Definições Primeiras.

    Definir para estabelecer uma linguagem comum é o ponto de partida introdutório. As primeiras definições em muitos casos serão progressivamente elas mesmas ampliadas pelos conhecimentos e enfoques que serão agregados. Partir-se-á, portanto, da idéias básicas às várias conotações ao longo do curso.

    Ecologia / economia / habitat / nicho / relação / interação / retro-alimentação / imitação / mimesis / memes / aprendizado / adaptação / resposta / virtualidade / virtude como virtualidade / devir / evoluir / transformar / energia / exergia / ecologia interna / ecologia externa / psicossomático / corpo / pathos / logos / eros / patologia / simpatia / empatia / antipatia / competição / simbiose / cooperação / seleção natural / ethos / etologia / etiologia / paradigma

2. A Teoria das Modalidades Cósmicas.

Uma revisão com enfoque na experiência vital.

    As modalidades: numérica, espacial, cinemática, física, biótica, psíquica, analítica, histórica, lingüística, social, econômica, estética, jurídica, moral e pística.

    O sujeito / o objeto – relações intersubjetivas, subjetiva, objetiva, reificacao dos seres humanos como antinomia cognitiva e existencial.

    As leis naturais / as normas

    Antinomia / antagonismo / contradição / contrário / reducionismo /

    O pensamento analógico

    O tempo – tempo estrutura e tempo duração na vida e na experiência psíquica.

    Tempo nas modalidades / numérica / espacial / cinemática / física / biótica / psíquica / analítica / histórica / lingüística / social / econômica / estética / jurídica / moral / pística

    Tempo psico-corporal / bio-ritmos / aprendizado / relação do tempo psíquico com o tempo neurológico e fisiológico

    Acelerando o tempo-estrutura na terapia, na educação e na vida espiritual.

    A noção interdisciplinar

3. Novas concepções ecológicas – A ecologia Profunda.

    Contribuições e concepções de Edward Goldsmith aprofundam a percepção ecológica, colocando-a em seus mais amplos aspectos cognitivos, funcionais, sistêmicos e humanos.

4. Focando a percepção ecológico-humana.

    De Herman Dooyeweerd, a Ernst Naess, Edward Goldsmith, a Wilhelm Reich, Alexandre Lowen, John Pierrakos e Nereida Vilela. O foco ecológico é trazido ao homem social e ao homem indivíduo, introduzindo o corpo como não somente construção genética, mas como história de vida.

5. As noções de evento.

    Não se pode pensar a existência sem as noções várias sobre eventos. O mistério da existência, seu curso, desvios, convergências, divergências, co-incidências, sincronicidade e outros aspectos são tratados para introduzir a questão da consciência em geral e da consciência corporal.

    Eventos deterministas / eventos caóticos / eventos probabilísticos / eventos caótico-deterministas / eventos estocásticos / eventos cíclicos / eventos catastróficos /

6. Um foco sobre o tema da consciência.

    Consciência coletiva como determinante da consciência individual

    Eu não sou, sem a identidade do outro

    Breves noções sobre a evolução transpessoal da consciência – fases evolutivas

    A questão da consciência corporal na evolução transpessoal da consciência

    Consciência corporal e psicologia do desenvolvimento

    Patologias físicas derivadas das defesas de carácter

    O fisioterapeuta ante as patologias do carácter expressas no corpo

7. Relações, interações, representação e semiótica do corpo.

    O conceito de memes.

    Códigos sociais.

    A palavra dita e a palavra contida não-dita.

    Semiótica.

    Quem eu sou, quem eu penso que sou, quem eu quero que outro pense que sou / quem o outro é, quem o outro pensa que é, quem o outro quer que eu pense que é.

    Os jogos.

    Persona, pessoa, personagem, personalidade – entre realidade e representação.

    Mensagem, comunicação e informação

    O corpo semiótico / semiótica corporal ® semiótica saudável ¹ semiótica das patologias.

8. Da Psiquê ou de emergência das funções psíquicas.

    As qualidades humanas como virtudes / virtuais

    Elenco de virtudes

    Os traumas infantis

    As transformações das virtudes

    Os mediadores bioquímicos cerebrais

    Psicologia do desenvolvimento: as fases de evolução da criança

    Os desvios e as defesa de carácter: - esquizóide, narcísica, oral, histérica / rígida, masoquista, psicopática, fálico-narcisístico, passivo-feminina, fronteiriça - os esquizofrênicos ou psicóticos.

    A continuidade da formação corporal

9. A criação do ego / a criação do corpo-ego.

    As funções do ego saudável

    A mente como uma sociedade de pequenos egos.

    Uma sociologia da mente.

    O corpo-ego.

10. O que é o psicossomático.

    Lendo a anatomia de superfície dos corpos humanos.

    Os segmentos corporais – uma anatomia psicossomática.

    Análise do carácter – um sistema de defesa face aos traumas da infância.

    “Musculatura espástica” e história de vida.

    “Espasticidade” e o começo dos problemas corporais.

    “Espasticidade” (*) e história de vivências.

    Evolução de doenças.

    O corpo saudável e a estética grega.

    Estética humana, gêneros e etnias.

    Formas e Estética corporal das psico-patologias somatizadas.

(*) espasticidade é uma palavra proposta como neologismo para descrever a qualidade de um grupo muscular ser espástico.

11. Práticando consigo mesmo.

    Práticar consigo mesmo é se por em atividade para ler o seu próprio corpo. Ler um corpo é apreender suas formas, deformações, espasticidade, desvios de simetria, peso em excesso, falta de massa e outros aspectos gerais. Registra-se em mapas para que estes aspectos sejam relatados e associados à história pessoal de vida.

    Técnicas de leitura e de mapeamento corporal.

    O corpo masculino e o corpo feminino.

    Os segmentos corporais / representação de espasticidade.

    Representação de desvios e de desproporções, ou quebra de simetria.

    Dores / músculos reatores e músculos reagentes.

    Retraçando a gênese psicossomática da dor física.

    Ligando a dor física com a dor moral e afetiva.

12. As patologias e como percebê-las em si.

    A leitura do corpo físico e do corpo emocional do método desenvolvido pela Dra. Nereida Vilela.

    Patologias do corpo-ego.

    Patologias neurológicas.

    Leitura etológica.

    Leitura etiológica.

16. Integrando a visão ecológica.

    A homeostase saudável e os vários tipos de homeostase compensatórios e patológicos.

    Os modos da fisioterapia.

    A Cinesiologia Aplicada e a Cinesiologia Educacional.

    Uma notícia sobre o método Rolfing.

    A Quiropaxia.

    O Método crânio sacral.

    O método da Leitura do Corpo Físico e Corpo Emocional.

    A bio-energética.

    A massoterapia / suas múltiplas formas e tradições / das massoterapias às massagens eróticas.

    A Fisioterapia e seu lugar.

    Saúde corporal – o ecossistema interno e o ecossistema externo.

    Educação corporal.

    Educação física / esportes e musculação.

    REFERÊNCIAS

    Boff, L. São Francisco de Assis – Ternura e Vigor. Rio de Janeiro: Ed. Vozes. 1979.

    Martins Jr., P.P. Ecologia Humana. Belo Horizonte: APOSTILA. 2006.

    Vilela, N. Leitura Corporal. Relação Corpo Físico / Corpo Emocional. Belo Horizonte: APOSTILA. Núcleo de Terapia Corporal.

    ________________

    A SEXUALIDADE HUMANA

EMENTA: Busca-se tratar da sexualidade como tal. Em sua amplitude, em sua relação inquestionável com a energia vital, em sua importância imanente e ao mesmo transcendente para a existência humana, em suas diversas manifestações que são efetivamente sadias, quando nenhum dos aspectos do caráter e da máscara domine o cenário de sua manifestação; discute-se as contribuições de outras culturas como referência da mais ampla experiência do que o vivido na civilização judaico-cristã. A Índia é vista com sua contribuição e a Yoga tântrica também pelo seu aspecto de articular ambos os princípios masculino e feminino. A contribuição de Jung faz parte da reflexão sobre esses princípios. A contribuição de Nereida Vilela apresenta uma riqueza particular de detalhes para integrar uma visão ampla da sexualidade.

PROGRAMA 45 horas

    A visão integral de W. Reich na base dessa disciplina.

    A libido do bebe

    A libido do infante / infanta

    O bebe masculino em diferenciação da mamãe

    O bebe feminino

    O eu é dado pela relação mãe / infante

    A fase oral

    A fase anal

    Os desacertos materno e paterno com suas próprias sexualidades.

    Tipos de impactos nos filhos e filhas.

    O amor a qualquer custo como condição básica da interpretação e necessidade dos infantes.

    Adaptação ao amor saudável e ao amor distorcido dos pais.

    O erotismo infantil e em especial o erotismo dos meninos.

    Inclinação sexual e fato biológico – evidências diversas.

    A repressão da matriarca e do patriarca.

    A exclusão social dos homo-eróticos como um descompasso entre o biótico reconhecido e o social / religioso.

    Os medos embutidos na exclusão.

    Homofobos e possíveis questões de diferenciação não resolvidas no ego.

    Homofobia como adesão a um morus particular.

    Autoritarismo de uns e normatização do mundo.

    Comportamentos exacerbados; reatividade social, agressão social, auto-desvalorização etc.

    A religião fechada.

    As experiências abertas para a realidade da sexualidade – o Kama Sutra e a Yoga tântrica.

    A Psicologia Analítica e algumas contribuições de C.G. Jung.

    Uma evolução transpessoal em curso e cheia de questões na atualidade.

    Um novo balanceamento entre o principio masculino e o principio feminino em maior escala social.

    Uma breve visada sobre a homossexualidade entre animais nas Classes Avis e Mammalia.

    O desconcerto sobre a questão homossexual para a Teoria da evolução como alguma forma de adaptação estranha ao fator da reprodução.

    REFERÊNCIAS

    Anand, M. A Arte do Êxtase. Os Princípios da Sexualidade Sagrada. Rio de Janeiro: Campus. 1992. 434p.

    Bagemill, B. Biological Exuberance: Animal Homosexuality and Natural Diversity. St. Martin’s Press. 2000.

    Butler, J. Problemas de Gênero. Reio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2003.

    Calegari, D. Da Teoria do Corpo ao Coração. Uma Visão do Homem a Partir da Energia Cósmica. São Paulo: Summus Editorial. 2001. 172p.

    Chia, M., Chia, M., Abrams, D., Brams, R.C. The Multi Orgamisc Couple. San Francisco: Harper Collins Publications. 2000. 200p.

    Fields, R.D. Segredos da Atração. Revista Mente & Cérebro. Ano XIV. No. 172. 46-53.

    Gide, A. Coridon. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira. 150p.

    Porchat, P. Espectros da Sexualidade. Revista Mente & Cérebro. Ano VX. No. 185. 42-49.

    Vilela, N. Aulas sobre Sexualidade. Belo Horizonte: Notas de Aula. 1996.

    Scantling, S.R. Extraordinary Sex Now. A Couple’s Guide to Intimacy. New York. 1998. 313p.

    Roughgarden, J. Homossexualidade como Traço Adaptativo. Revista Mente & Cérebro. Ano XV. No. 185. 56-63.

    Spencer, C. The Gay Kama Sutra. New York: St. Martin’s Press. 1996. 192p.

    Sem autor conhecido. Kama Sutra. Clássico Hindu. Índia.

    Souza, E.R. Que Cultura é Esta? Revista Mente & Cérebro. Ano XV. No. 185. 30-31.

    Uziel, A.P. Outras Formas de Ser Família. Revista Mente & Cérebro. Ano Xv. No. 185. 56-63.

    __________________

LEIS ESPIRITUAIS, LEIS TÍPICAS, LEIS MODAIS, AS NORMAS E AS ORDENANÇAS

EMENTA: Na Tradição bíblica bem como em outras Tradições são reconhecidas como existentes leis de tipo universal que servem para conduzir o homem em sua vida. Dooyeweerd articulou as leis em dois tipos as modais e as típicas; busca-se apresentar uma ampla articulação de várias leis espirituais nas diversas modalidades cósmicas e estudar as questões ligadas a normas e ordenanças com especial enfoque naquelas que são explicitadas na Bíblia; faz-se uma visada sobre as sociedades complexas atuais.

PROGRAMA 30 horas

Leis modais de acordo com a filosofia da Escola Cosmonômica.

Leis típicas de acordo com a filosofia da Escola Cosmonômica.

Leis modais espirituais ou de condução a maior estagio de consciência.

Descobertas da equipe do Instituto Heartmath.

O coração e as leis espirituais.

Leis espirituais são gerais e universais.

Conflitos entre entendimento do que e espiritual e tradições arcaicas e atuais dos seres humanos.

Leis e revelação.

As leis espirituais não tolhem, mas abrem campos de possibilidades.

As leis típicas dos sistemas naturais não mudam.

As normas representam estágios evolutivos das diversas culturas.

As ordenanças são normas consensuadas para manter práticas reconhecidas como necessárias e pertinentes.

Leis jurídicas, normas e ordenanças mudam conforme a complexidade de uma sociedade.

Constituições tem cláusulas consideradas pétreas, reportando-se a leis modais reconhecidas como tais.

A vida pode ser bem vivida com o cumprimento pratico das leis modais, típicas, jurídicas, normas e ordenanças.

O cumprimento das leis e outros institutos não se opõe aa Graça, mas pode ser entendido como um viver pela Graça e pela elevação da consciência.

    REFERÊNCIAS

    Chaitanya, K. The Physics and Chemistry of Freedom. Bombaim: Somaiya Publications. 1972. 279p.

    Chaitanya, K. The Biology of Freedom. Bombaim: Somaiya Publications. 1975. 358p.

    McDonald & McDonald. O Coração Inteligente.

    Brunton, P. O Que é Karma.

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    PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

EMENTA: Do útero ao nascimento e por toda a infância o ser humano necessita de ter associado às fases genéticas de seu crescimento com as relações psico-afetivas com seus pais ou responsáveis de modo que o ego se torne um ego saudável ou contrariamente patológico; as fases etárias precisam de relações especificas e assim se pode descrevê-las e entender o resultado de salubridade e também integrar com os resultados da Analise do caráter e do Eneagrama.

PROGRAMA 45 horas

Dualismo primário.

Dualismo secundário.

Dualismo terciário.

Dualismo quaternário.

A capacidade de testar a realidade.

De tomada de decisão.

Habilidade de prolongar estados de gratificação.

De auto-representação.

De representação de objetos.

De mecanismos característicos de defesa {carácter e paixões ou máscaras da personalidade}.

Projeção da auto-imagem e obscurecimento da dinâmica de ser.

Sub-fase do autismo primário.

Sub-fase do autismo à simbiose.

Sub-fase da diferenciação.

Sub-fase do práticante.

Sub-fase da reaproximação.

Sub-fase dos complexos de édipo e electra.

O ego urobórico autismo primário, autismo a simbiose.

O ego mágico – diferenciação, práticante.

O ego mítico - identidade e constância dos objetos.

O ego solar com os complexos de édipo ou de electra.

O púbere e suas questões de auto-identificação.

O amor, a amorosidade em cada fase.

A sexualidade em cada fase.

Os traumas do caráter em cada fase.

As paixões adaptativas do caráter.

    REFERÊNCIAS

    BLANCK, G. & BLANCK, R. Ego Psychology. Theory and Practice. New York: Columbia University Press. 1974.

    DOOYEWEERD. H.- In the Twilight of Western Thought: Studies in the Pretended Autonomy of Philosophical Thought. Philadelphia: Reformed and Presbyterian. Publishing Co..1960.

    FORMAN, R. K. C. What Does Mysticism Have to Teach Us? JOURNAL OF CONSCIOUSNESS STUDIES. v. 5. n. 2. 1998. p. 185-201.

    FREIRE, S. A. Neurosanálise. Teorias Psicodinâmicas e Neuroquímicas das Neuroses e da Esquizofrenia. Belo Horizonte: Copyright S. Freire. Edição Privada. 1977. 476 p.

    FREIRE, S. A. Rítmos Biológicos Humanos e Rítmos Cósmicos. Belo Horizonte: ANAIS da ACADEMIA MINEIRA de MEDICINA. Ano IV. Junho 1973. p: 239-293.

    FREUD, S. Instincts and their Vicissitudes. New York: W.W. Norton. Standard Edition. 12. 1913. p. 121-144.

    Freire, S.A. Neurosanalise: Tecnicas para o Diagnostico Precoce e a Terapia Breve da Neuroses. Belo Horizonte: Imprensa da UFMG. 1977. 480p.

    GIRARD, R., OUGHOURLIAN, J. M., LEFORT, G. Des Choses Cachées depuis la Fondation du Monde. Paris: Grasset. 1978. 492 p.

    HORNER, A. S. Object Relations and the Developing Ego in Therapy. New York: Aronson. 1979.

    HUDSON, L. & JACOT, B. The Way Men Think. Intellect, Intimacy and the Erotic Imagination. New Haven: Yale University Press. 1991. 219 p.

    JACBSON, E. The Self and the Object World. New York: International Universities Press. 1964.

    JAYNES, J. The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind. Boston: Houghton Mifflin. 1976.

    JOHNSON, S. M. Characterological Transformation. The Hard Work Miracle. New York: W.W. Norton & Co. 1985. 310 p.

    KELEMAN, S. Your Body Speaks its Mind. New York: International Universities Press. 1981.

KOHUT, H. The Analysis of Self. New York: International Universities Press. 1971.

    LOWEN, A. O Corpo em Terapia. A Abordagem Bioenergética. 1958. São Paulo: Summus Editorial. 1977.

    McTAGGART, J. E. The Nature of Existence. Vol. II. Cambridge: Paperback Library. 1988. 479 p.

    MAHLER, M. S. On Human Symbiosis and the Vicissitudes of Individuation. New York: International Universities Press. 1968.

    MARTINS Jr., P.P. The Core of Human Ecology. Monografia em elaboração. Belo Horizonte: Fundação CETEC. 1998.

    MASLOW, A. H. Vers Une Psychologie de l’ Être. L’Expérience Psychique. Paris: Fayard. 1972. 269 p. American Copyright. 1968.

    NARANJO, C. Enea-type Structures. Self-Analysis for the Seeker. Nevada City: GateWays / IDHHB, Inc. 1990. 169 p.

    NEUMAN, E. The Origins and History of Consciousness. Princeton: Princeton University Press. 1973.

    PEARCE, J. Magical Child. New York: Bantam. 1977.

    PIERRAKOS, J. Energética da Essência. São Paulo: Cultrix. 1990.

    REICH, W. Character Analysis. New York: Orgone Institute Press. 1949.

    ROHR, R. & EBERT, A. O Eneagrama. As Nove Faces da Alma. Petrópolis: Vozes. 1992. 319 p. Copyright German Edition. 1989.

    ROSSI, E. L. The Symptom Path to Enlighment. A New Dynamics of Self Organization in Hypnotherapy: An Advanced Manual for Beginners. Pacific Palisades: Palisades Gateways Publishing. 1996. 367 p.

    WILBER, K. O Espectro da Consciência. São Paulo: Editora Cultrix. 1977. 292 p.

    WILBER, K. Up From the Eden. A Transpersonal View of Human Evolution. Boulder: Shambala. 1983. 371 p.

    WINNICOTT, D. W. Maturational Processes and the Facilitating Environment. New York: International Universities Press. 1965.

    _________________

    ANÁLISE DO CARÁTER

EMENTA: Reich integrou a Primeira Tópica da Psicanálise de modo a fazer emergir a noção de caráter como fato de criação de um eu defensivo na infância e puberdade. O caráter e considerado um sistema de defesa contra as vicissitudes sofridas. São estudados em detalhe de modo a subsidiar aos estudantes em relação a si mesmos e em relação aos outros que poderão ser alvo de ajuda consciente em aconselhamentos e também para a vida espiritual.

PROGRAMA 45 horas

    Integração da Analise do caráter com a Psicologia do Desenvolvimento.

    As fases de desenvolvimento e os traumas básicos para cada fase.

    As conseqüências para a deformação de um ego saudável, mas ainda potencial.

    A emergência de um ego-carater.

    O amor dos pais ou correspondentes em questão.

    O desamor – o que é?

    REFERÊNCIAS

    Blackmore, S. The Meme Machine. Oxford: Oxford University Press. 1999. 264p.

    Calegari, D. Da Teoria do Corpo ao Coração. Uma Visão do Homem a Partir da Energia Cósmica. São Paulo: Summus Editorial. 2001. 172p.

    Reich, W. Character Analysis. New York: Orgone Institute Press. 1949.

    Reich, W. La Superposition Cosmique. Paris: Payot. 1974. 179p.

    ________________

    AS MÁSCARAS PASSIONAIS – O ENEAGRAMA

EMENTA: O Eneagrama tem origem na Tradição Sufi e foi trazido para o Ocidente por Gurdjieff e também por Ichazo; descreve com perfeição as mascaras passionais sociais, embasadas naquilo que conhecemos como os pecados capitais, que são efetivamente em numero de nove. Foi atualizado para a Psicologia cientifica por Cláudio Naranjo. As paixões ou mascaras psico-sociais são formas adaptativas do caráter e, portanto, mais superficiais e sociais. Estudá-las se faz necessário para trabalhar efetivamente o conhecimento de si e trabalhar contra o auto-engano.

PROGRAMA 45 horas

    As paixões – o que são.

    Uma abordagem de percepção geral.

    A virtude irada.

    A generosidade egocêntrica.

    A busca da felicidade pelas aparências.

    A busca da felicidade pela dor.

    A busca da felicidade pelo isolamento.

    A covardia.

    A busca pelo prazer, O charlatanismo.

    O superegocentrado.

    A accidia, a super-adaptação.

    Exercícios práticos de auto-identificação.

    Integração com a Analise do caráter.

    REFERÊNCIAS

    Blackmore, S. The Meme Machine. Oxford; Oxford University Press. 1999. 264p.

    Martins Jr., P.P. Integração das Noções de Eu-superior, eu-inferior e da mascara psico-social. Belo Horizonte: APOSTILA. 1998. Revista e atualizado em 2009.

    MacTaggart, J.McT.E. The Nature of Existence. Cambridge: Cambridge University Press. 1927, 1988. 479p.

    Maslow, A.H. Vers une Psychologie de l’Etre. Paris: Fayard. 1968 e 1972. 267p.

    Minsky, M. The Society of Mind. New York: Touchstone Book. 1986. 339p.

    Naranjo, C. Ennea-type Structures.

    Reich, W. La Superposition Cosmique. Paris: Payot. 1974. 179p.

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    A MORTE

EMENTA: A morte não é bem tratada na Bíblia e nem na Tradição judaico-cristã. Tomam-se referências do Antigo e do Novo Testamento, e referências de outras Tradições como do Budismo tibetano, também em obras de Paramahansa Yogananda e em obras de J. Triguerinho Neto. Buscam-se informações nas pesquisas cientificas sobre as experiências de morte clinica com retorno, nas neurociências e não menos na obra magistral de O Livro de Urantia que, tendo-se por revelado no século XX, e de longe aquele que mais se a assemelha ao pouco que se diz na Bíblia e acrescenta enorme campo de conhecimentos que fazem sentido. Quando se pensa o nascer e o morrer a partir da ciência em integração com a Analise do caráter, com o Eneagrama e com as noções fundamentais de alma e espírito emerge muita clareza sobre quem nasce e quem morre em seu sentido mais amplo e profundo do ser. Modelos cibernéticos serão considerados para tratar as Tradições sobre esse tema tão fundamental para a experiência humana.

PROGRAMA 60 horas

    Seleção de textos bíblicos.

    A morte segundo o Antigo Testamento.

    A concepção tibetana do nascer e do morrer como representante avançada de um conjunto de Tradições.

    Nascer, viver e morrer nas concepções avançadas por Trigueirinho.

    Yogananda e a concepção de morrer.

    As complexas e maravilhosas concepções de morrer em O Livro de Urantia.

    Estudos científicos atuais.

    O que se diz significar por terapias de vidas passadas.

    Integração e diferenciação dos conceitos restritos da Bíblia, de O Livro de Urantia, de outras Tradições, das pesquisas atuais com a ciência, dos métodos de TVP.

    A questão da ressurreição. A questão da encarnação. A Questão da reencarnação. A questão das Moradas “na casa de Meu Pai”.

    Do ceticismo e desesperança.

    Do ceticismo à esperança.

    Do conhecimento a convicção.

    Dos testemunhos sobre as experiências mais avançadas de espiritualidade.

    Questões ligadas à fé histórica do Cristianismo, a experiência de fé espiritual, ao encontro com o Transcendente.

    O Corpo, um ego funcional saudável, o caráter, as paixões, a transformação espiritual, a salvação aqui e agora.

    REFERÊNCIAS

    A Bíblia. Textos seletos.

    Capozzoli, U. O Outro Lado do Rio. Revista Mente& Cérebro. Ano XIV. No. 172. 42-45.

Grof, S. &Grof., Ch. Beyond Death. London: Thames and Hudson. 1980. 96p.

    Jung. C.G. Uma Seleção de Textos. Belo Horizonte: APOSTILA. 2010.

    Kubler-Ross, E. , Kesler, D. Os Segredos da Vida. Rio de Janeiro: Ed. Sextante. 2000. 218p.

    Linke, D.B. No Limite da Vida. Revista Mente & Cérebro. Ano XIV. No. 172. 32-41.

    O Livro de Urantia. Chicago: Urantia Foundation (com versão digital para o português). 1958. 2.700p.

    Sogyal Rimpoche. Le Livre Tibetan de la Vie et de la Mort. Paris:

    Yogananda, P. Autobiografia de um Yogui. São Paulo:

    Trigueirinho Neto, J. O Nascimento da Humanidade Futura. São Paulo: Pensamento.

    Weiss, R. Muitos Mestres Muitas Vidas.



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    Disciplinas que tratam da evolução da consciência

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    MAPEAMENTO DA CONSCIÊNCIA

EMENTA: Da condição fundamental para a razão nasce o processo da consciência humana. Decorrem daí diversos processos que prosseguiram ao longo de 5 milenios e para os quais pode-se ter um mapeamento da progressão desses estados de consciência. Diversas culturas e tradições são examinadas e identificadas a unidade da experiência humana em todas as Tradições.

PROGRAMA 45 horas

    Discussões sobre diversos enfoques quanto ao que é a consciência.

    Mapeamento dos principais níveis de evolução da consciência a partir da mais fundamental forma indiferenciada da consciência no antigo homem pós-animal.

    Descrições das experiências nos diversos níveis de consciência em diversas Tradições.

    A unidade da experiência humana.

    REFERÊNCIAS

    Blackmore, S. The Meme Machine. Oxford; Oxford University Press. 1999. 264p.

    Grof. S. A Mente Holotrópica. Rio de Janeiro: Rocco. 1994. 279p.

    Wilber, K. O Espectro da Consciência. São Paulo: Editora Cultrix. 1977. 292 p.

    Wilber, K. Up from the Eden. A Transpersonal View of Human Evolution. Boulder: Shambala. 1981. 371p.

    Wilber, K. O Olho do Espírito. Uma Visão Integral para um Mundo que Ficou Ligeiramente Louco. 1997. 320p.

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O EU SUPERIOR E SUA IDENTIDADE COM O ESPÍRITO DO HOMEM

EMENTA: O Eu-superior tem na Terapia Evolucionária Core Eergetics (Energética do Cerne) com caracterização como fato real da existência humana. Na Filosofia também aparece com diversos nomes. Apresentam-se evidências filosóficas, bíblicas, hermenêuticas dos discursos do Eu-superior no processo terapêutico, evidências cientificas e outras com o intuito de evidenciar as possibilidades superiores do homem. Ficarão claras as relações do Eu-superior com a revelação bíblica sobre o espírito do homem. O Livro de Urantia aponta de modo detalhado para as relações entre a personalidade e o espírito monitor do homem.

PROGRAMA 30 horas

    Caracterizações filosóficas.

    Caracterizações em Tradições como a Krya Yoga, em Sri Aurobindo e outros.

    Caracterizações bíblicas.

    Caracterizações hermenêuticas das falas e expressões em terapia Core energetics.

    Relações imediatas com as descrições do espírito do homem na Bíblia.

    Diferenças dos discursos realizados pelo caráter e pela mascara social.

    As virtudes do Eu-superior.

    Leituras das virtudes.

    Transformações das virtudes do eu-superior.

    Comparações com as funções da alma em relação com as virtudes superiores.

    Desvirtuamento das virtudes, quando usadas pela mascara social.

    Caracterizações científicas verificadas.

    Relações de implantação das virtudes do espírito na alma e no corpo.

    Relações com o espírito monitor como descritas em O Livro de Urantia.

    Relações entre as virtudes e as transformações das mesmas, nas características do eu inferior e da máscara passional social.

    As transformações reversas da mascara para o eu inferior para o Eu-superior.

    REFERÊNCIAS

    Blackmore, S. The Meme Machine. Oxford; Oxford University Press. 1999. 264p.

    Dalal, A.S. Sri Auribindo – Uma Psicologia Maior. São Paulo: Cultrix. 2001. 360p.

    Freire, S.A. Neurosanalise: Tecnicas para o Diagnostico Precoce e a Terapia Breve da Neuroses. Belo Horizonte: Imprensa da UFMG. 1977. 480p.

    Martins Jr., P.P. Eu Superior. Notas Elucidativas. Belo Horizonte: APOSTILA. 2000.

    Maslow, A.H. Vers une Psychologie de l’Etre. Paris: Fayard. 1968 e 1972. 267p.

    Minsky, M. The Society of Mind. New York: Touchstone Book. 1986. 339p.

    Pessoa, F. O Eu Profundo e os Outros Eus. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira. 1888-1935. 280p.

    Seabra, J.A. (Coord.) Fernando Pessoa - Mensagem. Coord. II ALLCA XX. III. Título IV. Série: Colección (1ª reimp.); 28. 1997. 531p.

    Pierrakos, J. Energética da Essência. São Paulo: Cultrix.

    Soule, M., Cyrulmik, B. A Inteligência Anterior a Palavra. Novos Enfoques sobre o Bebê. Porto Alegre: Artmed Ed. 1999. 103p.

    O Livro de Urantia. Chicago: Urantia Foundation. 1958. 2.700p.

Silveira, N. da. Imagens do Inconsciente. Rio de Janeiro: Alhambra. 1981. 436p.

    Stokes, G. Cinesiologia Educacional. O Mapa do Barômetro dos Sentimentos.

    Yogananda, P. Autobiografia de um Yogi.

    Yogananda, P. Baghavad Gita. Interpretações de Paramahansa Yogananda.

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EVOLUÇÃO TRANSPESSOAL DA CONSCIÊNCIA HUMANA

EMENTA: desde a Pré-história aos tempos históricos o homem deixou traços culturais, artísticos, escritos, imagéticos de toda ordem e também as mais nobres manifestações de consciência em unidade com Deus, em diferentes fases, de modo tal que se pode passar por essas fases evolutivas e chegar aos nossos tempos e visualizar o futuro que se faz possível.

PROGRAMA 30 horas

    A misteriosa serpente.

    Uroboros.

    Tempos do Typhon.

    Corpo typhon e emocionalidade-sexualidade.

    Mágicos antigos – fase do ego mágico.

    No limiar da percepção da morte.

    Membros da fase mítica – fase do ego mítico 4.400-1.500 A.C.

    A Grande Mãe.

    A Grande deusa.

    A evolução da consciência – kundalini e as interpretações dos povos antigos.

    Mitos bíblicos sobre a origem edênica – níveis da consciência urobórica, masculino chitônica, a mãe fálica, imersão na Natureza e no instinto.

    O patriarcalismo – patriarcado natural e cultural.

    A lei, as normas e a sociedade masculina.

    As cidades primordiais.

    Da fase dionisíaca à fase apolínea na Grécia jônica e na Grécia da polis.

    A fase apolínea.

    Sol invictus.

    A entrada da Grande Era moderna 1º e 2º milênico A.C. – são presentes: - a consciência fazendária, o estado, hierarquia, dinheiro, guerra, reinado, matemática, escrita, o calendário, a proto-subjetividade na consciência.

    A origem da polis.

    Dissociação mítica.

    O ego solar – sua origem (primeiro ego heróico) e a dissociação da Grande Mãe e da Mãe Natureza.

    A mais avançada manifestação da consciência durante a fase ego-solar - Buddha, Krishna, Cristhos, Lao Tze – a entrada nos níveis Dharmakaya e Svabhavikakaya.

    A revelação de Moisés – do primeiro monoteísmo egípcio (Athon) e os semitas (El Shadday) a Moisés – seu equivalente na Índia no Vedas iniciais (nível Sambhogakaya).

    A revelação de Cristo – Eu e o Pai somos Um (nível Dharmakaya).

    Gnose ou jnana – os livros de Nag Hammadi.

    A Igreja apostólica e a Igreja de Estado romana.

    O “Sagrado Coração de Jesus” como o plexo sutil de Unidade; o pedido de Deus ao Homem já desde a fase mítica no Psalmos – “Filho meu dá-me ....”.

    A evolução da experiência religiosa nos povos antigos aos atuais:

    nirmanakaya / sambhogakaya / dharmakaya / svabhavikakaya.

    Grande deusa (Mahamaya, Isis, Shakti, Prakriti).

    Deus Pai (Purusha, Brahmam, Aton, Yahweh, Allah).

    Vazio Divino (Sunyata, Tathata, Abismo, O Profundo).

    Tornando-se uma pessoa.

    O projeto Atman – uma busca de transcendência ante a morte e a criação do processo civilizatorio.

    A Queda e a Origem da Miséria Humana.

    Pecado original.

    Quedas e sucessivas quedas.

    Involução e evolução.

    Pecado original e a queda teológica.

    A responsabilidade cristã renovada no século atual.


    REFERÊNCIAS

    Journal of Consciouness Studies. An International Multi-disciplinary Journal. 1994 em diante.

    Wilber, K. O Espectro da Consciência. São Paulo: Cultrix.

    Wilber, K. Up from the Eden. A Transpersonal View of the Evolution of Consciousness. California: Shambala.


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A CRISE MIMÉTICA, O SAGRADO E AS INSTITUIÇÕES DO REI, SACERDÓCIO, SACRIFÍCIO E VITIMA EXPIATÓRIA

EMENTA: A partir dos mitos fundadores Girard desenvolveu estudos cruciais para compreender-se a crise mimética como raiz do processo de gênese da cultura e civilização e entre os muitos aspectos a origem das figuras do rei, da vitima expiatória, do sacerdócio e da fundação da vila e cidade. Neste sentido essa e a revelação escondida desde a fundação do mundo como prometida ser revelada no Livro de Salmos.

PROGRAMA 30 horas

    O que são mitos fundadores.

    Leituras de diversos mitos fundadores de diversos povos, culturas e diversas épocas.

    Os padrões comuns dos mitos fundadores.

    A crise gerada pelo desejo comum “não compartilhável.

    Os riscos da crise tornam-se uma catástrofe e ameaçar a sobrevivência dos grupos.

    As argumentações sobre a avaliação da crise mimética conforme registrada nos mitos fundadores.

    Mitos fundadores na Bíblia.

    Mitos fundadores, a crise mimética e o caráter, vistos pela crise mimética.

    Complexidade do caráter como conflitos gerados nos infantes por causa dos adultos.

    A Bíblia uma descrição única contra a solução clássica dos mitos fundadores como descritores da gênese dos institutos civilizatórios.

    Cain e Abel.

    Abraham e Isaque e o quase sacrifício de Isaque.

    Misericórdia ...

    Os sacrifícios de Israel e a questão da relação com Deus.

    A solução libertadora do ciclo dos sacrifícios e da crise mimética.

    O estranhamento de duas visões de um Deus transcendente em relação a crise mimética no Antigo Israel.

    A unicidade de Jesus Cristo.

    REFERÊNCIAS

    A Bíblia. – O Gênesis, O Psalmos, Os Profetas e os Evangelhos.

    Deguy, M., Dupuy, J-M. René Girard et le Problème du Mal. Paris: Grasset. 1982. 333p.

    Girard, R., Oughourlian, J.M., Lefort, G. Les Choses Cachées depuis la Fondation du Monde. Paris: Grasset. 1978. 492p.

    Girard, R. La Violence et le Sacré. Paris: Plurile. 1972. 534p.

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    O MAL

EMENTA: Existe o mal como substancia? Esta questão tão crucial para a humanidade, desde os gregos e antigos hebreus, recebeu um trato tanto na filosofia quanto na teologia de modo a colocar o mal em um lugar que faz sentido em relação com Deus, o cosmos e a condição humana; outras duas percepções colocam o mal no campo da lei do karma e em suas várias versões, inclusive bíblicas e em outra no próprio processo cego da Natureza. Como reconhecer estes múltiplos aspectos e como se relacionar com o Divino na busca da transformação espiritual libertadora. O que e possível na vida terrestre do homem comum e dos homens avançados em consciência.

PROGRAMA 30 horas

    Noções de fatalismo.

    Padrões reacionais.

    O fracasso do amor no processo educacional.

    Heranças malditas de pais para filhos.

    É possível uma educação perfeita?

    É possível filhos não neuróticos?

    Padrões reacionais.

    Aprender por admiração.

    A inveja e seu séqüito.

    As mágoas.

    A crise mimética.

    A repetitividade dos padrões reacionais.

    A prisão dos padrões.

    Os limites e a falta dos limites morais.

    As crenças que destroem a simetria entre seres humanos.

    As crenças elevadas a valores.

    A projeção do mal em si no outro.

    Cada caráter o seu mal.

    Cada paixão o seu mal.

    Este é o quadro das leis do karma conforme as Tradições - judaico-cristã, vedas, yogui e budista, igualmente todas.

    REFERÊNCIAS

    Blackmore, S. The Meme Machine. Oxford; Oxford University Press. 1999. 264p.

    Brunton, P. Karma. In Complete Works of Paul Brunton. London:

    Journet, Ch. El Mal. Estúdio Teológico. Madrid: Ed. Rialp S.A. 1964. 284p.







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DEUS NA BÍBLIA – VISÕES E TRADIÇÕES SOBRE O ENTENDIMENTO HUMANO

EMENTA: Uma leitura de textos bíblicos sobre Deus e a noção de evolução da percepção e de entendimentos humanos ao longo do Velho Testamento e no Novo Testamento. A mais alta visão de Deus na Bíblia e suas conexões com as noções de matéria – mundo quântico – mundo virtual (O Vazio).

PROGRAMA 15 horas

    Uma historia através do tempo do Velho Testamento – textos descritivos tomados em seus exatos significados textuais.

    Relações contextuais a Deus na visão dos antigos.

    Cristo e Deus – Deus para o povo segundo suas percepções e Deus para os discípulos.

    A mistura de conceitos na Igreja cristã.

    Deus segundo a imagem psíquica profunda nos seres humanos.

    REFERÊNCIAS

    A Bíblia. Textos Seletos e Concordância. Belo Horizonte: APOSTILA. 2010.

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COMO O HOMEM SE CONHECE E SE RECONHECE EM SEU CONHECIMENTO SOBRE DEUS

EMENTA: Como o homem considera e percebe a Deus é próprio do estagio de consciência próprio de uma pessoa e de uma cultura de um grupo. Estes estágios são necessários à consciência de cada um e podem em muitos casos persistir muitos estágios em uma mesma pessoa. A transformação espiritual progride para o nível mais próximo da realidade transcendente de Deus.

PROGRAMA 45 horas

    Os sete estágios de percepção de Deus

    Estagio 1 – Deus, O Protetor

    Estagio 2 – Deus, O todo-Poderoso

    Estagio 3 – Deus da Paz

    Estagaio 4 – Deus, O Redentor

    Estagio 5 – Deus, O Criador

    Estagio 6 – Deus dos Milagres

    Estagio 7 – Deus do Ser Absoluto – “Eu sou”

    Deus é como nós somos.

    O Despertar espiritual.

    O Campo da mente.


    REFERÊNCIAS

    Wilber, K. Up from the Eden. Boulder: Shambala. 1998. pág. 242 a 244

    Chopra, D. Como Conhecer Deus. A Jornada da Alma ao Mistério dos Mistérios. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 2000. 383p.

    Yogananda, P. Man’s Eternal Quest. Los Angeles: Self Realization Fellowship. 1988. 484p.

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    VISÕES E INFORMAÇÕES SOBRE DEUS NO LIVRO DE URANTIA

EMENTA: Lê-se O Livro de Urantia em alguns capítulos cruciais para discutir a relação de Deus com o homem conforme múltiplos relatos explicativos neste livro; Pode-se descobrir nessas apresentações / revelações, que faz todo sentido, e permite apreender de modo mais claro um pouco desse mistério maravilhoso.

PROGRAMA 45 horas

    Deus absoluto

    A Trindade

    Deus se relativisa nos Cosmos.

    Deus O Supremo.

    Deus e o espírito monitor no homem.

    Deus e os seres intermediários na cadeia de seres.

    O Filho Eterno.

    Os Arcanjos Michael e Gabriel.

    O Espírito Infinito.

    O Espírito de Deus.

    Relações entre Deus e o Homem em seus diversos níveis conscientes e inconscientes.

    REFERÊNCIAS

    O Livro de Urantia. Chicago: Urantia Foundation. 1958. 2.700p.

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    DA MENTE AO ESPÍRITO – UMA PSICOLOGIA INTEGRAL

EMENTA: Sri Aurobindo oferece, por certo o quadro mais amplo para o que se possa denominar uma Psicologia Integral. Desde a mente às mais avançadas expressões do espírito do homem são abordadas nesta perspectiva integral de modo que dos fenômenos comuns da consciência de vigília aos fenômenos espirituais pode-se ter um quadro consistente de entendimento.

PROGRAMA 60 horas

    Consciência e realidade.

    As múltiplas faces do ser.

    Os inconsciente, consciente, subconsciente.

    O ser exterior, o ser interior, o ser psíquico.

    O Si-mesmo, o ego e a individualidade.

    O superconsciente – mente superior, mente iluminada, intuição, sobremente, supermente, sachchiananda.

    A validade das experiências suprafísicas e espirituais.

    A psicologia da fé.

    Estados de consciência.

    A evolução da humanidade.

    Rumo a uma psicologia maior.

    Ensaios sobre a doutrina psicológica de Aurobindo.

    REFERÊNCIAS

    Dalal, A.S. Sri Auribindo – Uma Psicologia Maior. São Paulo: Cultrix. 2001. 360p.

    Pessoa, F. O Eu Profundo e os Outros Eus. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira. 1888-1935. 280p.

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    CRISTOLOGIA

EMENTA: Dentro da Bíblia percebe-se uma mensagem se desdobrar em diversos momentos na forma de promessa, na forma de esperança, na forma de confissão, na forma de profecia e na forma histórica; assim se retraça esse percurso que e central como a revelação maior de Deus entre nós.

PROGRAMA 45 horas

    O mito do herói em diversas culturas.

    Os zoroatristas.

    Os mistraistas.

    Os hebreus desde Abraham.

    Krishna como Avatar.

    Semelhanças entre Ieshua Ha Mashiah e Avatares

    Os Arcanjos Michael e Grabriel na Tradição angélica.

    O Homem Jesus nos Evangelhos.

    O Homem Jesus em O Livro de Urantia – O Filho, seu papel no cosmos e sua entrada em 7 variedades de seres inteligentes em diferentes épocas na história do Universo de Nebadon, no Livro de Urantia.

    O Filho do Homem. Seu contexto político, social e religioso.

    O Filho de Deus.

    A pregação-testemunho de que “o Pai e Eu somos Um”.

    Jesus cumpre profecias? A visão dos Evangelhos, do livro de Hebreus e das Epistolas.

    A Cristologia ilumina a evolução do homem e aponta para o futuro possível da humanidade.

    REFERÊNCIAS

Cullman, O. Cristo e Política. Rio de Janeiro: Ed. Paz e Terra. 1956. 1968. 102p.

    Os Evangelhos.

    O livro de Hebreus

    O Velho Testamento

    O Livro de Urantia. Chicago: Urantia Foundation. 1958.

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    SOTEROLOGIA

EMENTA: A salvação e um conceito clássico no cristianismo, no entanto existem leituras diversas para esse conceito. Na Epístola aos hebreus tem-se um estudo guia fundamental para a Cristologia e a Soterologia, mas não único. Este é o estudo mais voltado para o séqüito da questão mimética e dos sacrifícios. Em O Livro de Urantia tem-se a mais notável visão cósmica. Essa leitura clássica e novas leituras com base em textos fundamentais da Bíblia sobre a relação desejável entre os homens e também dos homens com Deus, com bases na crise mimética, podem possibilitar diversas outras leituras sob vários aspectos e vários níveis de consciência.

PROGRAMA 30 horas

    A experiência de Abraham e Isaque no contexto histórico de sua época.

    Misericórdia ou sacrifícios?

    Como convém adorar a Deus?

    Qual a relação fundamental com Deus?

    O fato do fim dos sacrifícios.

    Os sacrifícios como concessão ao homem arcaico?

    A vida espiritual superior.

    O homem vê a Deus conforme sua consciência.

    Terra e céu.

    Consciência só é possível no aqui e agora do presente.

    REFERÊNCIAS

    A Epístola aos Hebreus.

    Chopra, D. Como Conhecer Deus. A Jornada da Alma ao Mistério dos Mistérios. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 2000. 383p.

    O Gênesis.

    Os Psalmos.

    Os Evangelhos.

    O Livro de Urantia. Chicago: Urantia Foundation. 1958.

    Yogananda, P. Man’s Eternal Quest. Los Angeles: Self Realization Fellowship. 1988. 484p.

    REFERÊNCIAS

    A Bíblia.





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    HERMENÊUTICA BÍBLICA

EMENTA: Ler a Bíblia exige conhecimentos históricos, arqueológicos, de costumes de época, de fatos e eventos, de tradições e sistemas de crenças; ler os textos originais exige também uma revisão da filologia e das descobertas de antigos textos e a confirmação das interpretações filológicas; contextualização de temas a luz da época e dos conhecimentos científicos sobre os mesmos atualmente; a Lei maior do amor.

PROGRAMA 45 horas

    Temas selecionados para os estudos hermenêuticos.

    A necessidade de sacrifícios.

    A questão do Messias.

    A questão do mal.

    A questão do pecado.

    A questão da salvação.

    A questão da sexualidade humana.

    Os universais e evidências para tal. Os particulares de cada civilização e/ou cultura humana.

    Os particulares entendidos como universais – a visão fornecida por Jesus.

    A Gênese e a ciência.

    Job e o mal.

    Leituras em diversos níveis de um mesmo texto – do textual ao representacional espiritual.

    REFERÊNCIAS

    Jung, C.G. Resposta a Job. Sao Paulo: Pensamento.

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    A BÍBLIA VISTA EM PERSPECTIVA HISTÓRICA

EMENTA: Relatos bíblicos no espaço e no tempo; a geografia referida nos textos, os povos, as cidades e os impérios; datas conhecidas e informações originais da Bíblia; noções sobre a evolução das cidades antigas; os deuses e as religiões pagas; aspectos da teogonia sumeria, babilônica, persa, egípcia e grega em contraste com a Teologia judaica (torah, mishnah e os profetas). O monoteísmo de Athon. A distinção única de El Shadday , El, Elohim.

PROGRAMA 60 horas

    Geografia dos 3.000 anos sucessivos desde a Suméria.

    Os sumérios, os babilônicos, os medos, os persas, os medo-persas, os assírios, os egípcios, os canaanitas, os fenícios, os hititas e outros povos importantes.

    Grécia antiga dionisíaca e a Grécia da polis.

    Roma e Roma imperial.

    Religiões antigas e as fases do horóscopo.

    Os deuses e seus significados. Deuses antropomórficos e teogonias de origem do homem; mistérios de mestiçagem entre deuses e homens em todos os povos antigos – semi-deuses.

    O monoteísmo de tribos de deserto que influenciaram Moises.

    O monoteísmo de Aknathon no Egito.

    A questão de Moises com Faraó.

    De El Shadday, a El, a Elohim a Deus Pai a Deus Espírito.

    REFERÊNCIAS

    A Bíblia.

    Livros e historia antiga.

    Atlas da Antiguidade.

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A DESAGREGAÇÃO PSICO-SOCIAL DO HOMEM NA CONTEMPORANEIDADE DAS SOCIEDADES TECNOLOGICAS

EMENTA: A desagregação do masculino na era industrial; impactos sobre a família. A alienação no trabalho e na remuneração do trabalho. Conquistas trabalhistas. Os mitos de uma sociedade justa: - o capitalismo e o comunismo. Dois sistemas de uma mesma moeda. Ideologia e exploração do homem pelo homem. Exploradores algozes / Exploradores vitimas de si mesmos. Os trabalhadores. A explosão demográfica - fonte maior de destruição sistêmica. As concentrações urbanas crescentes. A Modernidade Líquida. O Amor líquido. Exclusão. Drogas. A Juventude alienada. Pseudo-culturas / pseudo-saberes. Tensões dialéticas no âmbito da pobreza – dos pseudos aos possíveis estágios libertários em tensão dialética. A dialética religiosa como vista por Dooyeweerd aplicada ao mundo contemporâneo da Modernidade líquida.

PROGRAMA 30 horas

    A noção de dialética Hegeliana.

    A noção de dialética Marxiana.

    Uma história de degradação da condição do masculino.

    A velha opressão do masculino sobre o feminino.

    A era industrial.

    A alienação e suas múltiplas formas.

    Ideologias alienantes.

    Tensões libertárias e conservadoras nas ideologias.

    As conquistas do trabalhismo. O Metodismo na Inglaterra.

    Os idealismos socialistas dos séculos XIX e XX.

    O homem como explorador do homem.

    Considerações sobre leis modais e leis típicas das modalidades econômica, social, psíquico-sensível, histórica / política e jurídica.

    Os impactos da exploração do homem pelo homem.

    A tragédia da expansão demográfica – atuais 140.000.000 de nascituros / ano.

    Paternidade e maternidade – sob as leis da seleção darwiniana.

    Do campo para as cidades – continuidade da industrialização do século XIX e suas perversas conseqüências.

    A Modernidade líquida – contribuição das descobertas de Zigmund Baum.

    O Amor líquido – contribuição das descobertas de Zigmund Baum.

    As múltiplas facetas da exclusão – como “impossibilidade de incluir”, desprezo, origens diversas, níveis de consciência distintos dentro do espectro da consciência, exploração do homem pelo homem, ética do uso e do abuso, manipulação política, corrupção, incompetência administrativa, incompetência econômica, desonestidade com a ação econômica etc.

    Juventude – seus naturais conflitos na idade de passagem; conseqüências diversas sobre a idade de passagem; a tragédia da falta de amor paterno.

    Relembrança da analise do caráter.

    O machismo, o endurecimento do masculino e sua degradação sensível.

    Drogas: o vicio pelo vicio, os interesses econômicos dos oprimidos, drogas como resposta econômica, alienação, experiência proto-religiosa, abertura do inconsciente, drenagem dos jovens masculinos pelos “pais” traficantes, a queda dos valores em sociedades em desintegração, a vitimização química etc.

    Manifestações culturais dos oprimidos – tensões libertárias, libertinagem, licenciosidade, escape, protesto, vitimização etc.

    A decadência das elites.

    As contradições da degradação com as conquistas sociais, cientificas, educacionais e dos direitos fundamentais do homem.

    Desafios para todos os cristãos e pessoas de bem.

    REFERÊNCIAS

    Bauman, Z. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2000. 258p.

    Bauman, Z. Amor Líquido. Sobre a Fragilidade dos Laços Humanos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 2003. 190p.

    Boff, L. São Francisco de Assis – Ternura e Vigor. Petrópolis: Ed. Vozes.

    Freire, S.A. Neurosanalise: Tecnicas para o Diagnostico Precoce e a Terapia Breve da Neuroses. Belo Horizonte: Imprensa da UFMG. 1977. 480p.

    Marx, K. O Capital.

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AS LEIS DE SABEDORIA NA BÍBLIA - A CONSTRUÇÃO DE UMA SOCIEDADE COM BOAS TENSÕES LIBERTARIAS

EMENTA: Na condição da vida a incerteza é um fato comum, todavia, diversas indicações existem de que o homem pode viver em contacto com a mente de Deus. Leis espirituais, leis naturais e leis ontológicas podem facilitar a existência humana quando seguidas de modos inteligentes e contextualizadas. As sociedades podem se aperfeiçoar quando essas leis, que são leis ontológicas, sejam transformadas como princípios pétreos das Constituições e dos Códigos maiores de uma sociedade. Por outro lado quando estão no entendimento e no coração dos homens favorecem a existência.

PROGRAMA 30 horas

    Listas explicadas de leis bíblicas de sabedoria e ontológicas.

    Discussão sobre universalidade.

    Discussão sobre universalidade ante a realidade cambiante e as incertezas.

    Leis espirituais drenam o homem do campo das incertezas.

    Leis espirituais só funcionam a partir do coração.

    Expansão dos conhecimentos sobre as leis espirituais em diversas Tradições.

    A ciência em contribuição para o reconhecimento das leis espirituais.

    Como veicular educacionalmente essas leis como formas inteligentes de aplicação na diversidade da existência e da incerteza.

    REFERÊNCIAS

    Hall, N. Exploring Chaos. A Guide to the New Science of Disorder. New York: W.W. Norton & Co. 1991. 223p.

    HearthMath Institute. Publicações várias.

Leite, L. O Poder do Foco. Uma Anatomia do Sucesso. 2008. 224p.

    Reich, W. La Superposition Cosmique. Paris: Payot. 1974. 179p.



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    Disciplinas Práticas


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    MÉTODOS DE EVANGELIZAÇÃO


EMENTA: Diversos métodos podem ser usados, tais como: ensino direto sobre base de conhecimentos fundamentais; pregações em cultos, pregações em campanhas direcionadas, assistência direta aos necessitados de quaisquer ordens de questões, busca de acesso direto aos excluídos, em atividades educacionais, com o exemplo pessoal, com debates sobre questões contundentes. Os métodos podem ser os mais diversos desde os pedagógicos, os andragógicos, e também métodos de comunicação.


PROGRAMA 45 horas


    A arte de escutar um ser humano.

    A arte de enfocar o problema.

    A arte de indicar caminhos de cura.

    A arte de expressar uma seqüência de cura e restauração.

    A arte de saber o tempo para a indicação espiritual.

    A arte de falar em publico.

    Oração e inspiração.

    Honestidade intelectiva.

    Filosofia aplicada e o convite a compreensão.

    Jamais apelar para a punição, mas indicar o caminho da transformação.

    Técnicas de oratória.

    Uso de imagens.

    Fala carismática.

    Fala educacional.

    Fala para introspecção.

    Fala para expressão de emoções.

    Uso da radiofonia.

    Uso da televisão

    Uso da rede internacional.

    Explorando exemplos práticos.

    Como usar a ciência.

    Como usar a Teologia.

    Como usar a Filosofia.


    REFERÊNCIAS


    Literaturas de comunicação.



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    COMUNICAÇÃO SOCIAL E COMUNICAÇÃO ESPIRITUAL


EMENTA: apresentação dos conceitos fundamentais sobre comunicação interpessoal, e comunicação ao público; técnicas de comunicação e marketing contextualizado. Oratória. A oração na comunicação, a meditação e a comunicação e comunicação na Presença do Espírito.


PROGRAMA 45 horas


    Comunicação face a face.

    Comunicação pelo olhar.

    A palavra sábia.

    A palavra amorosa.

    A palavra indignada ou mesmo irada.

    O discurso lógico e o discurso explicativo.

    Os silêncios na fala.

    Musicalidade da fala.

    Comunicação pelos exemplos pessoais.

    Fala e justiça.

    Não julgar, mas avaliar e analisar.

    A moral não é o tema, mas a restauração.

    A bondade na fala e o acolhimento.

    A repreensão como arte de instigar.

    A fala que revela.

    Escrever cartas que tocam o coração e a responsabilidade individual.

    Didática na fala.

    Comunicação – o que é, como se prática, como se personifica, como se atinge.

    Ninguém é responsável pela recepção, mas qualquer um é responsável pela emissão.

    O tempo oportuno.


    REFERÊNCIAS



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VIVENCIAS TERAPÊUTICAS COM ANÁLISE DO CARÁTER, PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E LEITURA CORPORAL


EMENTA: são postas em prática em trabalhos de grupo as vivencias terapêuticas de modo a fornecer a cada estudante a oportunidade de perceber, compreender e transformar-se a si mesmo a luz desses conhecimentos.


PROGRAMA 120 horas


    Práticas de 01.30 minutos cada vez.

    Trabalhos corporais.

    Leitura corporal.

    Trabalhos pessoais em grupo.

    A experiência das três cadeiras para o Eu-superior, eu-inferior e a máscara psico-social.

    Partilhas de auto-conhecimento e de auxílios recíprocos.

    Evidências do auto-engano.

    Estudos práticos sobre o auto-engano.

    A prática de sair do auto-engano.

    O segundo tema geral:

O sofrimento fundamentado no auto-engano psíquico e social.

As auto-imagens de vitima e as auto-imagens de importância pessoal.


    REFERÊNCIAS


    Calegari, D. Da Teoria do Corpo ao Coração. Uma Visão do Homem a Partir da Energia Cósmica. São Paulo: Summus Editorial. 2001. 172p.

    HearthMath Institute. Publicações várias.

    Pierrakos, J. Energética da Essência. São Paulo: Pensamento.

Reader’s Digest. Depois de Jesus. O Triunfo do Cristianismo. 1995. 352p.



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    A INCLUSÃO – DO CONCEITO À PRÁTICA


EMENTA: A mensagem da inclusão começou em Israel, mas se estende como um mandato divino a todas as gentes. A mensagem do Evangelho à luz dos desafios culturais e étnicos. A mensagem ante as descobertas sobre a sexualidade humana em seus múltiplos aspectos inclusive a sexualidade homo-erótica. Confrontos entre o Evangelho e as culturas pagãs da contemporaneidade ocidental e dos povos ainda antigos.


PROGRAMA 45 horas


    Exclusão étnica.

    Exclusão de gênero, sobretudo o feminino.

    Exclusão por inclinação sexual.

    Exclusão cultural.

    Exclusão por classe social.

    Exclusão por padrões estéticos.

    O que será a inclusão étnica?

    O que será a inclusão de gênero, sobretudo o feminino?

    O que será a inclusão por inclinação sexual, sobretudo as minoritárias?

    O que será a inclusão cultural?

    O que será a inclusão por classe social?

    O que será a inclusão de pessoas fora dos padrões estéticos dominantes?

    A distinção das inclinações sexuais em relação a comportamentos licenciosos.

    A distinção das inclinações sexuais em relação a comportamentos sexistas.

    A dominância do padrão heterossexual.

    Os padrões sexuais são geneticamente definidos, inclusive o homossexual.

    A aceitação de todos os padrões reconhecidos como padrões ontologicamente definidos entre os humanos.

    Crenças, crenças elevadas à condição de universais, crenças elevadas a condição de valores, valores elevados a referências para julgamentos de outrem.

    A rejeição como projeção. Os medos e as ameaças.

    Estudos dos preconceitos, conceitos e estereótipos.

    A aceitação de outro ser humano em face de seu estado de evolução de consciência.

    Os comportamentos que geram reatividade e recusa ou exclusão.

    Distinções entre os pecados sociais e comportamentais, o caráter e a mascara.

    A amorosidade segundo o modelo antropológico de Jesus.

    A aceitação da inclusão na própria alma de Um – práticas de auto-conhecimento e de transformação.

    REFERÊNCIAS




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    DA VIDA DA IGREJA COMO COMUNIDADE


EMENTA: Os padrões de comunidade em relação ao amor, ao poder, a ideologia, as hierarquias masculinas, hierarquias de classe e outras. A comunidade em ambientes de pobreza e as comunidades em ambientes de riqueza. As comunidades de exploração ideológica em nome de Deus. Avaliação, desenvolvimento e amadurecimento de formas flexíveis de comunidade. Os membros de uma comunidade e os membros das outras comunidades. A Comunidade dos humanos. Comunidades em relação com os estágios de consciência.


PROGRAMA 45 horas


    A Igreja primitiva.

    Ambientes culturais da época.

    Classes sociais e vida na Igreja.

    Da partilha à organização multiplicadora.

    Apoio aos pobres.

    O poder na comunidade – hierarquia administrativa e decisão colegiada.

    O poder na comunidade – foco no convívio amoroso e na disseminação do Evangelho.

    Servir como um aspecto fundamental e nuclear.

    Organizar eficiência.

    O amor nas ações.

    Desafios contemporâneos.

    A neurose sabotadora – as paixões e os jogos interpessoais.

    Comunidade em ofícios; comunidade em convívios.

    Os jovens na comunidade.

    Uma ecologia norteadora.


    REFERÊNCIAS


Reader’s Digest. Depois de Jesus. O Triunfo do Cristianismo. 1995. 352p.



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    TRANSFORMAÇÃO ESPIRITUAL – DO CONCEITO À PRÁTICA


EMENTA: As práticas de ruptura com o auto-engano, com a auto-vitimização e a importância pessoal. A meditação como prática avançada, a caracterização das virtudes de cada Um e os obstáculos pessoais nos quais se usam as virtudes de modo não virtuoso a serviço do caráter (eu-inferior) e da mascara. Retraçando os obstáculos pessoais e a busca de metas de auto-transformação. Como auxiliar outro na busca de seus obstáculos pessoais e na busca de seus melhores potenciais de cura e de homeostase. Integração do processo como busca do desenvolvimento espiritual. A meditação e a oração.


PROGRAMA 45 horas


    Psicologia de Aurobindo e o entendimento do campo espiritual.

    Entender o campo espiritual não é vivência espiritual.

    Enfrentar a si como caráter e como paixões.

    O cuidar com o orgulho, ira virtuosa, inveja, vaidade, avareza, covardia e medos, charlatanice, prepotência e preguiça super-ativa.

    A transparência pessoal no convívio e o senso de sagrado nas relações.

    Espiritual quando bem com o corpo. Espiritual quando bem com as emoções e sentimentos. Espiritual quando com a cognição.

    Espiritual é campo de realidade.

    Vivendo em Deus e com Deus. A vivência da Presença.


    REFERÊNCIAS


    Calegari, D. Da Teoria do Corpo ao Coração. Uma Visão do Homem a Partir da Energia Cósmica. São Paulo: Summus Editorial. 2001. 172p.

    Charon, J.E. O Espirito, este desconhecido. Rio de Janeiro: Ed. Melhoramentos. 194 P.

    Charon, J.E. A Física Identifica o Espírito. In L’Esprit et la Science. Colloque de Fes. Paris: Albin Michel. 1983.

    HeartMath Institute. Publicações várias.

    McArthur, d. & McArthur, B. O Coração Inteligente. São Paulo: Pensamento. 1997. 220p.

    Maslow, A. H. Vers Une Psychologie de l’ Être. L’Expérience Psychique. Paris: Fayard. 1972. 269 p. American Copyright. 1968.

    Maharishi, M. Y. Mararishi Technology of the Unified Field. Results of the Scientific Research on the Transcendental Meditation and TM-Sidhi Programme. Switzerland: International Association for the Advancement of the Science of Creative Intelligence. 1974. 308 p.

    Maharishi, M. Y. Education for Enlightenment. An Introduction to the Maharishi International University. Fairfield: MIU Press. 1981.

    Maharishi, M. Y. A Glimpse of the New Techonology for the Development of Full Creative Potential. Fairfield: MIU Press. 1974.

    Maharishi Research European University. The Application of Modern Science and Natural Law. Luxembourg. International Symposium. 1982. 13 p.

    McDonald & McDonald. O Coração Inteligente.

    Naranjo, C. Enea-type Structures. Self-Analysis for the Seeker. Nevada City: GateWays / IDHHB, Inc. 1990. 169 p.

    Pierrakos, E. O Caminho da Auto-transformação. São Paulo: Cultrix. 1990. 256p.

    Wilber, K. A União da Alma e dos Sentidos. São Paulo: Ed. Cultrix. 1998. 166p.

Yogananda, P. The Science of Religion. Los Angeles: 1974. 85p.



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    AÇÃO SOCIAL – DOS CONCEITOS À PRÁTICA


EMENTA: A ação social com as pessoas homossexuais jovens e adultas. A opção pelos pobres e seus significados de eficiência. A opção pelos drogaditos e as conseqüências de sucessos e insucessos. A opção pelos ricos abastados e as condições de indiferença. Aqueles que têm outras visões de mundo e o serviço amoroso incondicional com todos os tipos de situações.

PROGRAMA 45 horas


    Como vale a pena investir a partir da inteligência humana.

    Como vale a pena investir a partir da inteligência divina.

    Os solos férteis e inférteis.

    Cultivar almas, amar os não amoráveis.

    Optar por perceber e comunicar no foco da outra alma.

    Cuidar com os estereótipos sobre a verdade.

    Não possuímos a verdade, A Verdade é que nos deve possuir.

    Atender a jovens púberes – ameaças, crise de identidade, o amor a flor da pele, o desejo a flor da pele, os riscos de condutas.

    Atender pessoas maduras já casadas – orar, abrir a verdade para consigo mesma, encorajá-la, ser verdadeiro consigo mesmo, lidar com as responsabilidades assumidas.

    Ação política – cuidar com os movimentos sociais que não compõem o papel da Igreja.

    Levar a mensagem aos movimentos sociais – como ética.

    Trazer ao convívio os comuns e integrá-los ao amor pela Igreja em Cristo.

    Construir ambulatórios.

    Levantar apoios públicos.

    Agir para melhora da legalidade com ações, discursos e textos educativos.

    A mensagem no centro do processo da ação social.

    Uma concepção ecológica que permeia todas as ações.


    REFERÊNCIAS


Reader’s Digest. Depois de Jesus. O Triunfo do Cristianismo. 1995. 352p.



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    MEDITAÇÃO e ORAÇÃO


EMENTA: A oração é sabida e conhecida desde a Antiguidade; o que se sabe sobre ela hoje. Do mesmo modo a meditação em suas mais variadas formas permite ao homem atingir níveis profundos de contacto consigo mesmo e existem abundantes estudos que qualificam a experiência psicossomática do homem e seus estados alterados de consciência.


PROGRAMA 120 horas


    A oração maculada pela alma (eu-inferior e mascara social).

    A oração como grito da alma.

    A oração do coração.

    A oração de liberdade.

    A oração como sintonia com a consciência de si e do Transcendente.

    A oração como louvor e como gratidão.

    Oração como devoção.

    Oração como vigilância sobre si.

    Práticas semanais de meditação.

    Práticas semanais de oração individual.

    Práticas semanais de oração em grupo.

    Avaliação de progresso nas experiências de orar e de meditar.


    REFERÊNCIAS


    McArthur, d. & McArthur, B. O Coração Inteligente. São Paulo: Pensamento. 1997. 220p.

Maharishi, M. Y. Mararishi Technology of the Unified Field. Results of the Scientific Research on the Transcendental Meditation and TM-Sidhi Programme. Switzerland: International Association for the Advancement of the Science of Creative Intelligence. 1974. 308 p.

Maharishi, M. Y. Education for Enlightenment. An Introduction to the Maharishi International University. Fairfield: MIU Press. 1981.

Maharishi, M. Y. A Glimpse of the New Techonology for the Development of Full Creative Potential. Fairfield: MIU Press. 1974.

Maharishi Research European University. The Application of Modern Science and Natural Law. Luxembourg. International Symposium. 1982. 13 p.



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PRÁTICAS DE SWASTHIA YOGA, TAI CHI CHUAN E EXERCÍCIOS DE BIO-ENERGÉTICA


EMENTA: Mens sana in corpore sano.


PROGRAMA 120 horas


Avaliação corporal / leitura corporal.

Práticas de Swasthia e Hatha Yoga e desenvolvimento de perícia corporal.

Práticas de Tai chi chuan e desenvolvimento de perícia corporal.

Leitura corporal do caráter.

Práticas de bio-energética voltadas para a transformação de estruturas corporais do caráter.


    REFERÊNCIAS


    Calegari, D. Da Teoria do Corpo ao Coração. Uma Visão do Homem a Partir da Energia Cósmica. São Paulo: Summus Editorial. 2001. 172p.

Lowen, A. A Espiritualidade do Corpo. São Paulo: Cultrix. 1990. 229.

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